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A visão de uma história

O Instituto de Olhos Fabri foi fundado em dezembro de 1992, pelo médico oftalmologista Dr. Pedro Paulo Fabri.

Nesses 25 anos, tivemos o privilégio de presenciar e participar ativamente de uma evolução sem precedentes na oftalmologia, que incorporou novas e avançadas tecnologias e tratamentos.

Nessa trajetória, o Dr. Pedro Paulo Fabri participou, como congressista e palestrante em congressos nacionais e internacionais, compartilhando vasta experiência em tratamentos clínicos e cirúrgicos, além de contínua atuação como Membro na Diretoria e no Conselho Deliberativo da Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR), onde atualmente é presidente (gestão de 2016/2018). Doutor Pedro Paulo é também membro da European Society of Cataract & Refractive Surgeons (ESCRS) e da American Society of Cataract & Refractive Surgery (ASCRS).

Hoje, o corpo clínico do Instituto conta com três oftalmologistas, além do doutor Pedro, Dr. Antonio Komatsu Filho, Dra. Cristine Bosquiroli e Dr. Rodrigo Fabri Berbel, e oferece aos seus clientes serviços de excelência em todas as subespecialidades da oftalmologia.

A nossa estrutura é composta por consultórios, centro de diagnóstico e centro cirúrgico equipados com a mais alta tecnologia da atualidade e uma equipe administrativa capacitada para manter o funcionamento do Instituto, possibilitando aos médicos dedicarem sua atenção à saúde visual dos seus pacientes.


Um olhar completo sobre todos os olhares da vida
Abordaremos, a seguir, as principais áreas da oftalmologia que são de interesse público e relacionaremos os cuidados para cada faixa etária.

0 a 2 anos
Logo após o nascimento do bebê, é indicado o teste do olhinho, exame que objetiva detectar alterações potencialmente perigosas para o desenvolvimento da visão, como a catarata congênita e o tumor de retina.
O estrabismo ou olhos tortos pode aparecer nos primeiros meses de vida e pode levar à falha no desenvolvimento da visão. O tratamento em geral consiste no uso de óculos, uso de oclusor ou tampão e, em alguns casos, cirurgia.

3 a 12 anos
O primeiro exame oftalmológico de rotina em crianças saudáveis deve ocorrer aos três anos de idade. Essa consulta possibilitará, por exemplo, o diagnóstico de erros de refração (miopia, hipermetropia e astigmatismo), mesmo que a criança aparentemente não tenha problemas visuais. É preciso ficar alerta quando houver queixa de dor de cabeça, dificuldade visual e de aprendizado. Nesse período é comum também o aparecimento de ardor e coceira nos olhos, que são sinais de alergia ocular. As causas mais comuns são contato com pó, pelo de animais, ácaros e pólen. O tratamento é importante para aliviar os sintomas e também para prevenir complicações futuras.

13 a 18 anos
Dores de cabeça, olhos vermelhos, olhos secos, coceira e dificuldade de foco após estudar, trabalhar, assistir televisão ou usar computador e celular podem ser sintomas de miopia, hipermetropia e astigmatismo. As opções para enxergar melhor nessa faixa de idade são os óculos e as lentes de contato.

É preciso também prestar atenção à presença de ceratocone, doença que provoca irregularidade na córnea, tendo maior prevalência nessa faixa etária.


Lentes de Contato

As lentes de contato também tiveram grande evolução, sempre com o intuito de melhorar a qualidade e conforto visual para os pacientes que desejam substituir os óculos, para os que ainda não têm indicação cirúrgica e também para os casos onde o uso delas é a melhor opção de tratamento e correção visual.

Historicamente, os primeiros estudos com um tipo rudimentar de lente de contato datam de 1636, por René Descartes, e uma descrição mais definitiva foi publicada entre 1827 e 1845 pelo astrônomo inglês John Frederick Herschell.

No início da década de 1960, surgia o material hidroxietilmetacrilato polimerizado, iniciando então a era das lentes gelatinosas. Na década de 1970, foi possível desenvolver as lentes rígidas gás-permeáveis com alta permeabilidade ao oxigênio, respeitando assim a fisiologia da córnea.

Atualmente, dispomos de uma vasta diversidade de modelos de lentes de contato que variam conforme o material de fabricação, tipo de descarte e, principalmente, a indicação clínica de cada paciente. Dentre as adaptações mais conhecidas, estão as lentes para correção de miopia, hipermetropia e astigmatismo.

Dentre as lentes mais modernas e que são diferenciais em relação a conforto estão as lentes esclerais, que são fabricadas com materiais de alta oxigenação e com diâmetro maior do que as lentes rígidas convencionais, cobrindo a córnea e apoiando-se na esclera (parte branca do olho). O que faz com que o paciente não perceba o movimento da lente, proporcionando maior conforto, boa adaptação e recuperação visual. Essas lentes são indicadas em córneas irregulares, como no caso do 
ceratocone, outras ectasias (deformidades) corneanas, córneas que já passaram por cirurgia, como a refrativa, e pós-transplante de córnea. Também são bem indicadas para atletas que dependem da correção óptica e precisam de maior estabilidade de visão do que a oferecida pelas lentes convencionais.

Para as pessoas que estão vivenciando a presbiopia, ou seja, a dificuldade de visão para perto, existem as lentes de contato multifocais, que permitem mais liberdade nas atividades do dia a dia, sem a dependência do uso dos óculos.

Durante a consulta com o oftalmologista e após realizada a avaliação completa, o médico tem condições de indicar e realizar a adaptação da lente de contato que corrija a visão do paciente, respeitando suas características individuais, necessidades e estilo de vida.


Ceratocone

O ceratocone é uma doença que afeta a córnea (parte transparente na frente do olho), deixando-a mais fina e menos resistente. Com a pressão intraocular constante sobre ela, ocorre uma modificação na sua espessura e formato que passa a ter uma aparência pontiaguda.

Sintomas: fotofobia (sensibilidade à claridade), irritações, ofuscamento, turvação visual e/ou distorções moderadas, sendo que na maioria dos casos as pessoas não percebem que possuem a doença, pois, comumente, ela é confundida com miopia ou astigmatismo.

Diagnóstico: em caso de suspeita da doença, o diagnóstico é feito por meio do exame oftalmológico e confirmado pela Topografia Computadorizada ou pela Tomografia do Segmento Anterior – exame que faz um estudo da córnea e permite obter informações qualiquantitativas a seu respeito por meio de um gráfico numérico e de cores.

O diagnóstico precoce da doença não impede que a mesma evolua, porém quanto mais cedo o ceratocone for identificado, melhor será o resultado do tratamento que depende do grau de evolução da doença.

Indicações

Óculos: nos casos mais brandos.

Lentes de contato: substituem a superfície irregular da córnea por uma regular, melhorando a percepção das imagens. A indicação de lentes é feita pelo oftalmologista, que analisa o desenho mais apropriado para o estágio da doença e a cada seis meses o usuário deve voltar ao oftalmologista para fazer uma avaliação de sua adaptação.

Cross-Linking: é um tratamento por meio do qual se expõe a córnea a uma combinação de radiação ultravioleta (UV-A) e Vitamina B2, produzindo um aumento nas ligações entre as fibras de colágeno, fortalecendo toda a estrutura da córnea. A função desse tratamento não é reduzir o ceratocone, mas sim evitar a progressão do mesmo.

Implante de anel intracorneal: indicado no estágio moderado do ceratocone, corresponde ao implante cirúrgico de anéis ultrafinos na córnea, que funcionam como um esqueleto que remodela e diminui a curvatura da córnea, tornando sua superfície mais regular. É uma técnica reversível, sem danos à córnea e não refrativa, ou seja, após o procedimento os pacientes continuarão precisando usar óculos ou lentes de contato para melhor qualidade visual.

Transplante de córnea: para graus avançados de ceratocone, o transplante consiste na substituição de toda córnea (transplante penetrante) ou de parte da córnea (transplante lamelar ou endotelial).


Cirurgia refrativa Excimer Laser
A partir dos 18 anos, é possível a realização de cirurgia para corrigir os erros de refração: miopia, hipermetropia e astigmatismo. Durante a consulta são realizados exames que servem de base para a indicação ou não de procedimento cirúrgico.

Evolução histórica da cirurgia refrativa
A cirurgia refrativa tem por finalidade diminuir e, se possível, eliminar os erros de refração: miopia, hipermetropia e astigmatismo.

Há séculos, a busca pela solução desses problemas tem desafiado os oftalmologistas.

Existem registros que no século XIX já se faziam incisões corneanas com finalidade terapêutica refrativa.

Na Rússia, em meados de 1970, o oftalmologista Svyatoslav Fyodorov desenvolveu a ceratotomia radial anterior, técnica que corresponde à primeira cirurgia refrativa de aceitação universal, incorporada à prática clínica oftalmológica no final da década de 1970 e ao longo da década de 1980.

Em meados de 1990, nos Estados Unidos, Stephen Trokel introduziu o Excimer Laser na cirurgia refrativa corneana. Atuando no espectro ultravioleta, o Excimer Laser tem a capacidade de modificar o tecido corneano com uma precisão micrométrica.

As técnicas realizadas na cirurgia refrativa (miopia, hipermetropia e astigmatismo) por Excimer Laser são PRK (na superfície) e LASIK (lamelar).

Atualmente, a fase é da cirurgia personalizada, em que a correção baseia-se nas informações fornecidas pela aberrometria, adequando o laser às características particulares do olho de cada paciente. Com isso, procura-se aprimorar a qualidade óptica do resultado cirúrgico.


Cirurgia Plástica Ocular

A Cirurgia Plástica Ocular é a área da oftalmologia especializada em alterações do contorno dos olhos (alterações palpebrais), tanto funcionais quanto estéticas. O objetivo é contar com a visão de um especialista que conjugue bom conhecimento plástico-estético com um ponto de vista oftalmológico, ou seja, um cirurgião que cuide ao mesmo tempo da beleza e da função.

Queixas estéticas, como rugas ao redor dos olhos, sulcos, bolsas palpebrais e pálpebra caída são comuns em várias faixas etárias. A partir dos 35 anos, as pessoas já observam essas alterações e podem recorrer a tratamento cirúrgico, como a blefaroplastia ou procedimentos preventivos, como o uso da toxina botulínica (Botox), associado ou não ao preenchimento com ácido hialurônico.

A partir dos 60 anos de idade, as queixas são mais severas, podendo causar sintomas funcionais como uma pálpebra superior caída, atrapalhando a visão periférica e pode até causar dor de cabeça frontal, ao final do dia. Outras alterações frequentes são os tumores palpebrais benignos ou malignos, o ectrópio senil (pálpebra inferior caída), causado pela flacidez palpebral, a triquíase (cílios invertidos), geralmente associada a processo inflamatório da pálpebra e o consequente lacrimejamento.

Com a Cirurgia Plástica Ocular podemos conseguir um olhar mais jovem, mais alegre e natural, através de técnicas adequadas de rejuvenescimento oculofacial, utilizando procedimentos que não necessitam internação, com fácil recuperação e retorno rápido para as atividades diárias.


Presbiopia

Após os 40 anos, temos o aparecimento da presbiopia ou vista cansada, que se caracteriza pela dificuldade de leitura e de ver objetos próximos.

No olho humano existe uma lente interna, o cristalino, que cresce durante toda a vida. A ação do músculo ciliar, localizado na parte interna do olho, move o cristalino focando os objetos próximos ou distantes. Após os 40 anos, o crescimento do cristalino atinge níveis que impedem essa acomodação, estabelecendo a presbiopia, que avança lentamente até atingir seu maior grau por volta dos 55 anos de idade.

As queixas mais comuns entre adultos que procuram atendimento oftalmológico são: sensação de cansaço na vista (por isso, a presbiopia é popularmente chamada de “vista cansada”), coceira nos olhos, dificuldade para focalizar imagens e lacrimejamento.

A presbiopia pode ser tratada das seguintes formas:

Correção com óculos - lentes monofocais (para perto) ou multifocais (para perto, meia distância e longe).

Lentes de contato - multifocais ou monofocais com monovisão (a visão funcional de um olho para longe e outro para perto).

Lentes intraoculares multifocais - para pessoas que vão se submeter à cirurgia de catarata.


Glaucoma

Ainda nessa fase, é importante aferir a pressão intraocular (exame que auxilia no diagnóstico de glaucoma), e também a avaliação do fundo de olho, principalmente em diabéticos. O glaucoma se caracteriza por lesão progressiva no nervo óptico, tendo como principal fator de risco o aumento da pressão intraocular. Quando a doença está em fase inicial não há sintomas, sendo possível detectá-la a partir do exame oftalmológico de rotina. Conforme aumenta a lesão no nervo óptico, pode haver diminuição no campo de visão. Para conclusão do diagnóstico são necessários a aferição da pressão intraocular, o exame de campo visual e a avaliação do nervo óptico. Em alguns casos, também deve ser realizada tomografia do nervo óptico e da retina.

O tratamento do glaucoma é realizado com uso de colírios, alguns procedimentos a laser e, em alguns casos, é recomendada a cirurgia.


Catarata

Após os 55 anos
As estruturas dos nossos olhos também envelhecem, resultando em alterações visuais, como a catarata que ocorre devido à opacificação do cristalino, lente natural dos olhos.

Cirurgia da catarata e a evolução das lentes intraoculares
O registro mais antigo de método para remoção de catarata data de 600 a.C.

Em 1747, a história da cirurgia de catarata teve seu grande marco: o oftalmologista Jacques Daviel foi o primeiro a realizar a extração do cristalino por uma incisão inferior. Depois disso muitas foram as tentativas no sentido de se encontrar o procedimento ideal.

Em 1967, o cirurgião norte-americano, Charles Kelman desenvolveu a técnica da facoemulsificação, considerado o procedimento cirúrgico mais seguro e eficaz para a cirurgia de catarata.

A partir disso, um novo desafio teve início. Desenvolver a lente intraocular mais eficiente para o implante. Para isso, muitas formas e materiais foram pesquisados ao longo dos anos.

Hoje é possível escolher com segurança o modelo mais apropriado para cada paciente e situação: lentes com proteção contra os raios ultravioleta; lentes para correção de aberrações de alta ordem, ou seja, qualidade de visão e não apenas quantidade de visão; lentes tóricas, para correção de astigmatismo, lentes bifocais e lentes trifocais, buscando solucionar o problema de visão para longe e para perto.

Pacientes com catarata buscam cada vez mais por melhores resultados visuais, com o objetivo, inclusive, de abandonar os óculos após a cirurgia. Por isso, nunca foi tão importante trabalhar de forma assertiva para reduzir o erro refrativo, com lentes intraoculares de alta tecnologia e com dispositivos que ajudam a posicionar as lentes perfeitamente de acordo com a necessidade de cada paciente.

Degeneração Macular Relacionada à Idade

Outra doença que pode acometer pessoas após os 55 anos de idade é a Degeneração Macular Relacionada à Idade ou DMRI, causa mais frequente de cegueira em pessoas acima de 65 anos.

A DMRI afeta a área central da retina, no fundo do olho, chamada mácula. A
  retina recebe a luz e a converte em impulso nervoso, que é transmitido para o cérebro através do nervo óptico, onde a imagem é formada. A degeneração na mácula pode levar à perda progressiva da visão central.

A DMRI usualmente afeta pessoas com pele e olhos claros e com histórico familiar da doença. O sintoma mais frequente é a
  distorção das imagens. Caso você perceba alterações visuais ou tenha mais de 55 anos, compareça anualmente ao oftalmologista para um exame de fundo do olho.

A Tomografia de Coerência Óptica ou OCT é um dos grandes avanços tecnológicos desenvolvidos para o diagnóstico das doenças oculares. É um exame não invasivo que permite mostrar, de forma detalhada, a retina e o nervo óptico, como se fosse um corte anatômico dessas estruturas. Esse exame é essencial para o diagnóstico e acompanhamento da DMRI.

Você pode fazer sua autoavaliação da mácula, com o teste ao lado, que pode auxiliar no diagnóstico dessas alterações visuais:

1-Com os óculos para perto, caso possua, e boa iluminação, oclua um dos olhos, sem apertá-lo.

2-Olhe fixamente para o ponto preto central, verifique se existe alguma distorção das linhas.

3-Repita o exame com o outro olho.

Caso você identifique distorções semelhantes aos exemplos a seguir, consulte um oftalmologista, especialista em Retina.


Retinopatia diabética

A retinopatia diabética acontece pela elevação nos níveis de glicose que leva a alterações na circulação sanguínea do fundo do olho. No início não são percebidos sintomas, mas com o tempo pode causar hemorragias, edema (inchaço) e cegueira. Com a evolução da doença e a piora da circulação sanguínea na retina, ocorre o desenvolvimento de vasos sanguíneos anormais (neovasos), que são muito frágeis e podem romper e sangrar e, nos casos mais graves, podem ainda levar à complicação mais temida: o descolamento de retina. Já o edema macular, que é o acúmulo de líquido ou sangue na parte central da retina (mácula), determina a morte das células responsáveis pela visão e, atualmente, é a principal causa de perda visual entre os pacientes diabéticos. Nesses casos, o paciente pode queixar-se de manchas na visão, visão dupla e embaçamento visual, podendo até mesmo levar à cegueira.
A maneira mais prática de diagnosticar a retinopatia diabética é através da realização do exame de mapeamento da retina, exame pelo qual o especialista avalia toda a retina, associando o uso de fotografias digitais da retina, através da retinografia, para facilitar a identificação e documentar as alterações. Nos casos em que são encontradas alterações, é importante considerar o uso da angiofluoresceinografia, exame que detalha a circulação retiniana através do uso de contraste. Já o exame de OCT (Tomografia de Coerência Óptica) é um moderno exame não invasivo que avalia a espessura e as camadas retinianas, sendo imprescindível no diagnóstico e acompanhamento desta doença.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia recomenda que todo paciente diabético deve fazer uma consulta oftalmológica pelo menos uma vez ao ano. Fique atento: qualquer sinal de alteração visual deve ser motivo de consulta com o especialista.


Corpo Clínico

Dr. Pedro Paulo Fabri
CRM-PR 9.832 RQE 3.792

CIRURGIAS REFRATIVAS
Cirurgia para correção de miopia, astigmatismo e hipermetropia

Técnicas: PRK e LASIK com registro de íris
Implante de lentes fácicas ARTISAN e Vision ICL
CIRURGIA DO CERATOCONE
Implante de Segmentos Intra-estromais
CIRURGIA DA CATARATA E PRESBIOPIA (Vista Cansada)
Implante de Lentes Intraoculares (monofocais, tóricas, bifocais e trifocais)
SUÍTE CATARATA
Laser de Femtossegundo LenSx
Facoemulsificador Constellation Vision System
IOL Master 700, Callisto, Microscópio Lumera 700








Dr. Antonio Komatsu Filho

CRM-PR 18.156 RQE 10.833

HIPERTENSÃO OCULAR E GLAUCOMA

Campo visual, controle de Pressão
Intraocular, Avaliação do Nervo Óptico
ESTRABISMO
Tratamento Clínico do Estrabismo,
Prevenção da Ambliopia
Adaptação de lentes de contato







Dra Cristine Bosquirolli

CRM-PR 16.737 RQE 13.116

PÁLPEBRA
Blefaroplastia – Cirurgia Plástica das Pálpebras
Avaliação e Tratamento de tumores palpebrais
Aplicação de toxina botulínica e preenchimento
VIAS LACRIMAIS
Tratamento do Lacrimejamento em adultos e crianças
CONJUNTIVA
Cirurgia de Pterígio e Tumores da Conjuntiva
Adaptação de lentes de contato







Dr. Rodrigo Fabri Berbel

CRM-PR 25.722 RQE 16.164

RETINA E VÍTREO
Exame de fundo de olho (mapeamento de retina)

Avaliação e Tratamento das Doenças da  Retina e Vítreo, entre as quais:
Retinopatia Diabética, Degeneração
Macular Relacionada à Idade (DMRI),
Oclusões Venosas, Moscas Volantes/Fotopsias, Descolamento de  Retina, Infecções e Inflamações Oculares (Uveítes)
Tomografia de Coerência Óptica (OCT)




Missão

Prestar serviços médicos, com excelência, na área de oftalmologia, realizando consultas, exames auxiliares de diagnóstico, tratamentos e procedimentos cirúrgicos, com o objetivo de propiciar maior qualidade de vida aos pacientes.

Visão
Ser referência na prestação de serviços oftalmológicos, com uma equipe comprometida e equipamentos de alta tecnologia e precisão.

Valores
Ética.
Transparência.
Valorização humana.
Segurança.
Comprometimento.
Constante atualização científica.
Inovação Tecnológica.
Sustentabilidade Ambiental.

Diretor Técnico Médico: Dr. Pedro Paulo Fabri CRM-PR 9832/RQE 3792
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