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16/09/2018
Defeitos estruturais cardíacos e tratamento endovascular

No dia 18 de agosto, a Intermedical promoveu uma atualização cardiológica, compreendendo as subespecialidades de cirurgia endovascular e cardiologia intervencionista. O encontro científico foi pautado no tratamento das doenças circulatórias, arteriais e venosas, por meio de procedimentos minimamente invasivos, utilizando-se de modernas endopróteses, Stents, cateteres e guias. Os principais assuntos foram: “Defeitos estruturais cardíacos e tratamento endovascular” e “Doenças Congênitas (CIA e FOP)”. Os renomados cardiologistas Dr. Fábio Selig, Dr. Eduardo Mendel e Dr. Evandro Flores foram convidados para conduzirem as discussões com os demais profissionais da área. O evento também contou com o suporte do experiente cirurgião cardiovascular Dr. Rui M. S. Almeida. O Dr. Fábio Selig relatou sobre particularidades do Forame Oval Patente, um pequeno orifício que permite a comunicação entre o lado direito e esquerdo do coração. “Apesar de ser bastante comum, alguns pacientes podem apresentar AVC (derrame) pela passagem de um coágulo por esse orifício. Quando isso acontece, há indicação de fechamento desta comunicação para evitar novos problemas neurológicos. Antigamente a única alternativa de tratamento era a cirurgia cardíaca tradicional. Hoje a primeira opção é o fechamento utilizando-se uma prótese cardíaca implantada através de cateterismo, o que permite internações muito mais breves, com menor risco e igual resultado”, relata. A palestra do cardiologista e ecocardiografista, Dr. Eduardo Mendel, trouxe esclarecimentos sobre a doença congênita denominada Comunicação InterAtrial (CIA). “Para as pessoas que apresentam esta alteração no coração o exame mais importante é o ecocardiograma. Um ecocardiograma de boa qualidade fornece dados fundamentais para o diagnóstico e planejamento do tratamento. A patologia afeta muitos brasileiros e atualmente os tratamentos podem ser realizados de duas formas: por meio da cirurgia cardíaca convencional ou via cateter, técnica mais atual e menos invasiva. Mas, para efetuá-la é necessário que o diagnóstico seja preciso. Devemos diferenciar os pacientes candidatos a passar por esse procedimento, daqueles em que é necessária uma abordagem cirúrgica mais tradicional”, explica.
A Intermedical importa e distribui produtos médicos cirúrgicos de alta complexidade. Além de preocupar-se em investir em novas tecnologias para auxiliar nos procedimentos médicos, a empresa desenvolve trabalhos voltados ao aprimoramento dos profissionais, incentivando a troca de conhecimentos e investindo nas práticas de pesquisas.