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15/05/2016
Conheça alguns dos exames genéticos do Laboratório Alvaro

O Laboratório Alvaro oferece exames de DNA que diagnosticam mais facilmente uma série de doenças. Conheça alguns deles:

Teste genético de Intolerância à lactose
O teste genético usa apenas uma amostra de saliva do paciente. O exame tem como metodologia o PCR–RFLP, ou seja, a reação em cadeia da polimerase (PCR) da análise dos polimorfismos dos fragmentos de restrição do DNA genômico (RFLP). Segundo estudos, a intolerância à lactose acomete de 15 a 20% dos brancos adultos, sendo que 70% da população mundial têm algum grau deste tipo de intolerância.
A detecção genética é útil para pessoas que não podem ser submetidas ao teste convencional como, por exemplo, os diabéticos. O exame de DNA também é uma ferramenta importante para diagnosticar a intolerância congênita, além de permitir a identificação correta sem interferências de dietas, medicamentos ou comorbidades (doenças associadas). Por fim, é um método não invasivo e permite o início do tratamento adequado em menos tempo.
Os exames convencionais funcionam com biópsia ou ingestão de lactose - o que pode causar desconforto à pessoa examinada. Com este tipo de exame também não há como determinar o grau preciso de intolerância do paciente.

Painel Molecular para DSTs
Um exame de DNA pode ajudar a diagnosticar simultaneamente seis das mais comuns Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) do mundo. O Painel Molecular para DSTs detecta as seguintes patologias: clamídia (Chlamydia trachomatis), gonorreia (Neisseria gonorrhoeae), tricomoníase (infecção vaginal causada pelo Trichomonas vaginalis), Mycoplasma hominis (causador de doenças inflamatórias pélvicas como uretrites, cistites e cervicites, e abscessos tubo-ovarianos), Mycoplasma genitalium (causador de uretrite nos homens e da vaginose bacteriana nas mulheres) e Ureaplasma urealyticum (bactéria que afeta cerca de 70% dos casais sexualmente ativos).
O exame genético tem como metodologia o PCR Multiplex, por meio da aplicação de tecnologia DPO™ (Dual Priming Oligonucleotide), ou seja, a mais sensível existente. Os exames convencionais para a detecção de agentes infecciosos causadores de DST tais como ELISA, Coloração de Giemsa e cultura costumam levar vários dias para a obtenção do resultado, além de terem baixa sensibilidade, com possível diagnóstico falso negativo. Já o Painel Molecular para DSTs tem um sistema preciso para interpretação dos resultados e fica pronto em poucos dias. A coleta pode ser feita através de raspado endocervical, uretral e urina.
Só uma das seis doenças diagnosticadas pelo Painel Molecular para DSTs, a clamídia, acomete 90 milhões de pessoas por ano, segundo a Organização Mundial da Saúde. Isso acontece porque a infecção não apresenta sintomas em até 50% dos homens e em 70% das mulheres.
A detecção da clamídia por meio de exame genético é útil porque o agente infeccioso cresce exclusivamente dentro das células do portador. A sensibilidade dos testes de DNA é em torno de 20% maior do que a da cultura do material genital. Os benefícios são a sensibilidade aumentada e a possibilidade de se utilizar urina para a detecção de DNA da clamídia, o que simplifica a coleta.
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